A privatização perversa das prisões. ONG reclama de situação em Pernambuco
Por César Muñoz Acebes*, na Folha de São Paulo. As prisões pernambucanas se tornaram verdadeiros empreendimentos privados. Imagine, se puder, como é estar preso ali. Por R$ 2.000, você pode comprar um “barraco”, cubículo de madeira onde poderá jogar um colchão. ...