As peças do Habeas Corpus 431160 do STJ, decidido pela ministra Laurita Vaz, revelam novos detalhes da Operação Torrentes.
A juíza federal, ao decretar a prisão preventiva do empresário Ricardo Padilha na Operação Torrentes, disse que a suposta organização criminosa tinha “influência política”. “A influência política e econômica do grupo se demonstra de forma inconteste e também justifica a necessidade da prisão preventiva como garantia da ordem pública, uma vez que tem extensão desconhecida das autoridades, bastando que criem novas empresas e passem a cometer os mesmos crimes em outros órgãos públicos, com a atuação de outros servidores”, disse a juíza federal, em decisão que consta do processo no STJ.
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