Jamildo Melo é graduado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, é especialista em política e economia, e acompanha os bastidores da política de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.,
É reconhecido pelos múltiplos prêmios, incluindo o Cristina Tavares (duas vezes), CNH (três vezes, um feito inédito no Nordeste), além dos prestigiados Esso e Embratel (três vezes), em parceria com a jornalista Ângela Fernando Belfort.
Jamildo também é colunista da Rádio CBN Recife (105,7), de segunda a sexta-feira no programa CBN Total.
No jornalismo independente nacional, é comentarista do Canal MyNews, da jornalista Mara Luquet, no programa Segunda Chamada.
Por 15 anos editou o Blog de Jamildo no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, onde atuou por 33 anos. O material desse site é um compilado desses 15 anos de produção. Continua a produção no site Jamildo.com
Do Estadão Conteúdo - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu à presidente Dilma Rousseff para ela sancionar sem vetos a lei que estabelece o financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
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Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).
Foto: reprodução/PMDB Do Estadão Conteúdo - A presidente Dilma Rousseff decidiu oferecer cinco ministérios ao PMDB para atrair o apoio da legenda, aprovar o ajuste fiscal e barrar um possível processo de impeachment.
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Foto: Divulgação/Alepe Por Ayrton Maciel do Jornal do Commercio Um dia antes da presença do secretário das Finanças, Márcio Stefanni, ir à Assembleia Legislativa – às 16h30 de desta quarta-feira (23) – para justificar o pacote fiscal do governador Paulo Câmara (PSB), a oposição estadual – ao final de reunião que entrou pela noite desta terça (22) – divulgou nota propondo uma série de medidas alternativas aos aumentos de impostos (ICMS, IPVA e ICD) definidos no ajuste do governo.
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Por Jamildo Melo, editor do Blog Depois de uma longa quebra de braço entre governo e oposição, que durou mais de cinco horas e se estendeu até a madrugada, o presidente do Senado, Renan Calheiros, encerrou a sessão do Congresso que discutia os vetos de Dilma a projetos polêmicos dos deputados.
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O Congresso Nacional manteve, na madrugada desta quarta-feira, o veto da presidente Dilma Rousseff ao texto do prejeto de lei que derrubava o fator previdenciário e estabelecia a chamada regra 85/95 para as aposentadorias.
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A análise do veto (26/15) ao projeto de lei que reajusta os salários do Poder Judiciário em até 78,56% (PL 7920/14) dominou os debates na sessão do Congresso Nacional iniciada na noite terça-feira (22) e encerrada na madrugada de quarta-feira (23).
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Aparentemente com receio de não contar com os 257 votos necessários para manter os vetos de Dilma sobre os projetos mais polêmicos apresentados pela Câmara dos Deputados, o vice-líder do governo, Sílvio Costa, do PSC, pediu a suspensão da sessão de deliberação do Congresso.
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O vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Sílvio Costa, do PSC, antes mesmo do início da votação, subiu à tribuna e elogiou Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e uma das lideranças do PMDB. “Todos sabem que sou crítico a Eduardo Cunha, mas hoje ele ajudou o Brasil”, declarou, depois de ter dito que perdeu a demagogia e a fala fácil, antes de ser vaiado.
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Depois de abrir a votação para os vetos feitos por Dilma em projetos polêmicos dos deputados, em especial aumento para os servidores do Judiciário, o deputado federal José Guimarães, do PT do Ceará e líder do governo na Câmara, discursou reclamando que interesses de categorias não poderiam se sobrepor aos interesses da nação.
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Diversos deputados se manifestaram há pouco favoravelmente à derrubada do veto (26/15) imposto pela presidente Dilma Rousseff ao projeto de lei que reajusta os salários do Poder Judiciário em até 78,56% (PL 7920/14).
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