Jamildo Melo é graduado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, é especialista em política e economia, e acompanha os bastidores da política de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.,
É reconhecido pelos múltiplos prêmios, incluindo o Cristina Tavares (duas vezes), CNH (três vezes, um feito inédito no Nordeste), além dos prestigiados Esso e Embratel (três vezes), em parceria com a jornalista Ângela Fernando Belfort.
Jamildo também é colunista da Rádio CBN Recife (105,7), de segunda a sexta-feira no programa CBN Total.
No jornalismo independente nacional, é comentarista do Canal MyNews, da jornalista Mara Luquet, no programa Segunda Chamada.
Por 15 anos editou o Blog de Jamildo no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, onde atuou por 33 anos. O material desse site é um compilado desses 15 anos de produção. Continua a produção no site Jamildo.com
Segundo delação premiada do diretor da JBS, Ricardo Saud, o senador pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB) teria sido favorecido em um acordo de propina para a campanha do então candidato à Presidência da República pelo partido, Eduardo Campos.
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Em delação ao Ministério Público, os donos da maior empresa de proteína animal do mundo e campeão de doações eleitorais nas eleições de 2014, a JBS, relatam propina para vários políticos no Brasil, inclusive os pernambucanos.
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No Brasil, política e corrupção muitas vezes são palavras que andam juntas.
Cada vez mais manchetes de jornais têm falando de desvio de verbas, superfaturamento de obras e tantos outros crimes.
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Em delação premiada, o diretor da JBS Ricardo Saud afirma ter negociado propina para as campanhas de Eduardo Campos, falecido em 2014, e Paulo Câmara, ambos do PSB.
Ainda de acordo com o delator, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o governador Paulo Câmara e um homem chamado Henrique, eram mandados por Eduardo para tratar de propina. “Exatamente no dia que ele faleceu [Eduardo], eu estava com o Henrique que era a pessoa dele que ele mandava…
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Estadão Conteúdo - O empresário Joesley Batista, da JBS, disse à Procuradoria-Geral da República (PGR) ter pago R$ 5 milhões de “saldo de propina” ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois de preso pela Lava Jato.
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Durante o depoimento do delator Ricardo Saud, diretor da JBS, ele contou que pagou R$ 5 milhões ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para modificar uma medida provisória (MP) em benefício de um grupo frigoríficos, nos anos de 2012 e 2013.
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Estadão Conteúdo - Antes mesmo da renúncia ou cassação do presidente Michel Temer, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já começou a fazer consultas a sobre as regras para eleições indiretas para presidente da República.
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Um dos delatores e dono do grupo JBS, Joesley Batista, e o diretor de Relações Institucionais da empresa, Ricardo Suad, relataram em depoimento pagamentos de US$ 80 milhões em propina “em favor” dos ex-presidentes petistas Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, “mediante depósitos em contas distintas no exterior”.
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Estadão Conteúdo - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da operação Lava Jato, apontou no despacho de abertura do inquérito que tem entre os investigados o presidente Michel Temer que não há ilegalidade nos áudios gravados pelo empresário Joesley Batista, do Grupo JBS.
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Estadão Conteúdo - Após o presidente Michel Temer (PMDB) afirmar que não renunciará e destacar que não tem medo de delação, o governo agora vai trabalhar para desconstruir a imagem do delator Joesley Batista e tentar anular as provas que culminaram com o pedido de abertura de inquérito contra o presidente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
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