Jamildo Melo é graduado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, é especialista em política e economia, e acompanha os bastidores da política de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.,
É reconhecido pelos múltiplos prêmios, incluindo o Cristina Tavares (duas vezes), CNH (três vezes, um feito inédito no Nordeste), além dos prestigiados Esso e Embratel (três vezes), em parceria com a jornalista Ângela Fernando Belfort.
Jamildo também é colunista da Rádio CBN Recife (105,7), de segunda a sexta-feira no programa CBN Total.
No jornalismo independente nacional, é comentarista do Canal MyNews, da jornalista Mara Luquet, no programa Segunda Chamada.
Por 15 anos editou o Blog de Jamildo no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, onde atuou por 33 anos. O material desse site é um compilado desses 15 anos de produção. Continua a produção no site Jamildo.com
Por 50 votos favoráveis a 26 contrários, os senadores aprovaram na noite desta terça-feira (11) - depois de muita confusão - a reforma trabalhista.
O texto é o mesmo que chegou da Câmara, apesar dos pedidos da oposição para fazer mudanças.
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O líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), reclamou nesta terça-feira (11) da aprovação da reforma trabalhista, que passou na Casa por 50 e 26. “O Senado ficou de joelhos para Temer e de costas para o povo”, disse o petista. “Essa é uma proposta que quer jogar a responsabilidade do pagamento pela crise para os trabalhadores pobres do Brasil e mantém os empresários absolutamente isentos de darem a sua contribuição para o enfrentamento da crise.” LEIA TAMBÉM » Em votação conturbada, Senado aprova reforma trabalhista » Veja como votaram os senadores na reforma trabalhista » Com PSB dividido, FBC não encaminha votos na reforma trabalhista Para o senador, ao contrário do que dizem os aliados do presidente Michel Temer (PMDB), a mudança na legislação trabalhista não vai trazer mais empregos. “Vai gerar muitos subempregos”, disse.
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Estadão conteúdo- O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, comemorou a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado Federal em seu perfil no Twitter.
Caso não haja nenhuma alteração por meio de destaques, que ainda estão sendo apreciados, o texto vai à sanção presidencial. “Placar de aprovação da reforma trabalhista foi bastante expressivo: 50 votos favoráveis versus 26 contra.
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Líder da bancada do PSB no Senado, o pernambucano Fernando Bezerra Coelho transferiu a responsabilidade de encaminhar os votos tanto no texto-base da reforma trabalhista, aprovado por 50 a 26, quanto nos destaques da oposição à proposta nesta terça-feira (11).
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O pernambucano Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE, líder do PSB e vice-líder do governo no Senado, defendeu, nesta terça-feira (11), mais investimentos à Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco.
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Por 50 a 26, além de uma abstenção, a reforma trabalhista foi aprovada na noite desta terça-feira (11) pelo Senado.
Com um protesto de senadoras da oposição, que ocuparam a mesa do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), a sessão foi atrasada em mais de seis horas e a votação foi conturbada e ainda sob manifestações.
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O Conselho da Administração da Petrobras, em reunião realizada nesta terça-feira (11/7), aprovou a abertura de capital de sua subsidiária integral Petrobras Distribuidora S.A. (BR), que será conduzida por meio de oferta pública secundária de ações.
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O vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados, Silvio Costa (PTdoB-PE), criticou nesta terça-feira (11) o protesto feito por senadoras contra a reforma trabalhista, aprovada esta noite.
Cinco senadoras ocuparam a Mesa Diretora, interrompendo a votação por mais de seis horas. “Eu nunca vi uma posição tão ridícula, irresponsável e vergonhosa”, reclamou. “Trabalho todos os dias para tentar tirar esse cara aí (Michel Temer) da presidência, mas daqui a pouco nós, da oposição brasileira, vamos estar com vergonha de andar na rua.” Em maio, Costa foi retirado da vice-liderança da oposição por ter criticado a ocupação da Mesa da Câmara, que tentava encerrar a sessão para que não houvesse a votação de Medidas Provisórias em meio a um protesto contra Temer que acabou em confusão e incêndios de prédios de ministérios.
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Suspensa por mais de seis horas por causa de um protesto de senadoras da oposição, a votação da reforma trabalhista foi retomada sem acordo, aprovando a medida considerada essencial pelo governo Michel Temer (PMDB) por 50 votos favoráveis e 26 contrários, além de uma abstenção.
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A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) foi a última senadora a deixar a Mesa para que a apreciação da reforma trabalhista possa ocorrer.
O acordo foi para que o presidente Eunício Oliveira permitisse o encaminhamento da votação.
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