Jamildo Melo é graduado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, é especialista em política e economia, e acompanha os bastidores da política de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.,
É reconhecido pelos múltiplos prêmios, incluindo o Cristina Tavares (duas vezes), CNH (três vezes, um feito inédito no Nordeste), além dos prestigiados Esso e Embratel (três vezes), em parceria com a jornalista Ângela Fernando Belfort.
Jamildo também é colunista da Rádio CBN Recife (105,7), de segunda a sexta-feira no programa CBN Total.
No jornalismo independente nacional, é comentarista do Canal MyNews, da jornalista Mara Luquet, no programa Segunda Chamada.
Por 15 anos editou o Blog de Jamildo no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, onde atuou por 33 anos. O material desse site é um compilado desses 15 anos de produção. Continua a produção no site Jamildo.com
Com informações de Renata Monteiro, do Jornal do Commercio Aliados do ex-presidente Lula (PT) têm mantido o discurso de que o petista foi condenado pelo juiz Sérgio Moro por questões políticas e que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região vai reverter a pena de nove anos e seis meses.
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Estadão Conteúdo - O ex-ministro Geddel Vieira Lima (Governo Michel Temer) foi colocado em prisão domiciliar por ordem do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
O peemedebista havia sido preso em 3 de julho por ordem do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, de Brasília, sob acusação de pressionar a mulher do doleiro Lucio Funaro - preso na Operação Sépsis, há um ano - a não fazer delação premiada.
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Estadão Conteúdo - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quarta-feira (12), ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que sua disposição em colocar em pauta a votação da Medida Provisória que o presidente Michel Temer (PMDB) pretende editar para cumprir o acordo feito com senadores para aprovar a reforma trabalhista dependerá do texto. “Não posso falar daquilo que não conheço”, disse Maia.
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Em nota após a condenação do ex-presidente Lula (PT), o Ministério Público Federal no Paraná (MPF) elogiou a sentença do juiz Sérgio Moro, mas afirmou que vai recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região pedindo que a pena seja aumentada na segunda instância. É isso que geralmente acontece no colegiado - até dezembro do ano passado, quando Lula tornou-se réu pela quinta vez, a corte já havia julgado sete apelações envolvendo 28 condenados por Moro em primeira instância, aumentando as penas de nove deles em 78 anos e sete meses em dez condenações.
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Com espumante, bandeiras do Brasil e apitos, cerca de 30 integrantes do movimento Vem Pra Rua comemoraram na noite desta quarta-feira (12) a condenação do ex-presidente Lula (PT) a nove anos e seis meses de prisão no âmbito da Operação Lava Jato, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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Estadão Conteúdo - Sem polêmicas e por quase unanimidade, a subprocuradora da República Raquel Dodge teve sua indicação ao comando da Procuradoria-Geral da República aprovada nesta quarta-feira (12) pelo Senado.
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O governador Paulo Câmara (PSB) confirmou na noite desta quarta-feira (12) o nome do deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) para a Secretaria de Habitação.
Com a saída dele da Câmara, quem assume é Luciano Bivar (PSL).
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Condenado nesta quarta-feira (12) a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é réu em mais quatro ações penais – uma da Operação Lava Jato, no Paraná, uma na Zelotes, uma na Janus e uma em Brasília.
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Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Lula (PT), confirmou na noite desta quarta-feira (12) que vai recorrer da condenação do petista pelo juiz Sérgio Moro, no âmbito da Operação Lava Jato, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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“Sergio Moro, não jogue seu diploma no lixo, não jogue sua história, não jogue o curso que fez”.
Foi o que afirmou a presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), no plenário após a condenação do ex-presidente Lula. “Lá no fundo, eu achava que o juiz Sergio Moro daria valor à sua trajetória, ao seu diploma, àquilo que aprendeu na universidade e inocentaria o presidente Lula pelo fato de não ter absolutamente nenhuma prova contra o nosso presidente”, disse ainda.
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