Jamildo Melo é graduado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, é especialista em política e economia, e acompanha os bastidores da política de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil.,
É reconhecido pelos múltiplos prêmios, incluindo o Cristina Tavares (duas vezes), CNH (três vezes, um feito inédito no Nordeste), além dos prestigiados Esso e Embratel (três vezes), em parceria com a jornalista Ângela Fernando Belfort.
Jamildo também é colunista da Rádio CBN Recife (105,7), de segunda a sexta-feira no programa CBN Total.
No jornalismo independente nacional, é comentarista do Canal MyNews, da jornalista Mara Luquet, no programa Segunda Chamada.
Por 15 anos editou o Blog de Jamildo no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, onde atuou por 33 anos. O material desse site é um compilado desses 15 anos de produção. Continua a produção no site Jamildo.com
Por maioria, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu ao ex-presidente Lula (PT), nesta quinta-feira (22), um salvo conduto.
Em liminar, os ministros impedem a expedição de uma possível ordem de prisão contra o petista após o julgamento dos embargos de declaração pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), na próxima segunda-feira (26).
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Com cinco horas de sessão e sem iniciar ainda a análise do mérito do habeas corpus do ex-presidente Lula (PT), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender o julgamento desta quinta-feira (22) e retomá-lo no dia 4 de abril.
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Com o voto do ministro Marco Aurélio de Mello, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para apreciar o pedido de habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula (PT).
O relator, Edson Fachin, havia votado para não reconhecer o pedido.
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O deputado federal Danilo Cabral (PSB\PE) anunciou nesta quinta-feira que vai requerer, à Presidência da Comissão Especial que analisa o PL 9463 – Projeto de Lei do Executivo que trata da venda da Eletrobrás e suas subsidiárias -, que o ministro Fernando Filho e o presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Junior, e a direção da Estatal Chinesa State Grid, sejam convocados para explicar na comissão, os motivos do apagão que levaram o Nordeste à escuridão na última quarta-feira (21).
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Aprovados aguardam desde janeiro a homologação do concurso público para selecionar servidores para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
Marcado por denúncias, porém, o certame só deve ter o resultado ratificado oficialmente após a conclusão de um inquérito sigiloso instaurado pela subprocuradora-geral de Justiça Maria Helena da Fonte.
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Com a presença do presidente da República, Michel Temer, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, confirmou ainda há pouco a visita, nesta sexta-feira (23/03), a fábrica de triagem e armazenamento de plasma da Hemobrás, em Goiana, em Pernambuco.
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José Paulo Cavalcanti Filho, em sua coluna no Diário de Pernambuco Michel Foucault começa o seu bem conhecido livro, Surveiller et Punir, descrevendo o suplício de Damiens.
Condenado em 02.03.1757, por ter matado o pai, foi “atenazado nos mamilos, braços, coxas e barrigas das pernas, sua mão direita, segurando a faca com que cometeu o parricídio, queimada com fogo de enxofre”.
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Carlos Alberto Sardenberg, em O Globo Resumindo a história: de 1941 a 1973, a regra no Brasil era a prisão após a condenação em primeira instância; de 73 a 2009, vigorou a prisão em segunda instância; de 2009 a 2016, o condenado só poderia ser preso depois da sentença transitada em julgado, ou seja, após a última das últimas instâncias; de 2016 até hoje, voltou-se à norma da execução da pena após a segunda instância.
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Agência Brasil - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu hoje (22), no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) que seja negado o habeas corpus preventivo com o qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer evitar sua prisão após condenação na segunda instância da Justiça Federal no caso do tríplex no Guarujá (SP).
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Estadão Conteúdo - O advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Roberto Batochio, afirmou que a prisão após condenação em segunda instância contraria a Constituição Federal.
Batochio pediu que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aguardem o julgamento das ações diretas de constitucionalidade, que discutem a prisão após condenação em segunda instância, antes de tomarem uma decisão final.
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